O PANATHLON E O FAIR PLAY

                          COMEMORAÇÃO DIA PANATHLETICO DO FAIR PLAY 23/NOVEMBRO/2005

                                                            Aristides Almeida Rocha Panathlon Club São Paulo (Cat.Literatura Esportiva)

 

PROLEGOMENOS Resolução do Conselho Central do Panathlon International estabeleceu que o “Dia Panathlético do Fair Play” deva ter caráter mundial, indicando como data festiva o terceiro sábado de novembro de cada ano. Comemorada com programação específica nos mais de 300 clubes o movimento passa assim a ter dimensão internacional. (Nicolini, 2005) Mas há toda uma trajetória e história até que esse movimento viesse a ser consolidado. Entender o que é o tema de tanta relevância para o esporte, discutir conceitos é pois de extrema valia, principalmente nos tempos atuais. Entretanto, Messing, 2004 ao discorrer sobre o tema lealdade e deslealdade assinala que ao tempo de Homero na Grécia Antiga, o fair play como é definido no padrão moderno, era decisivamente carente. Campeava a deslealdade nas atividades esportivas fato que viria a ser modificado quando os ingleses nos século XVIII e XIX iniciaram a padronização com o estabelecimento de regras próprias, “desportivizando” o esporte. Após o advento dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, porém, a sociedade passou por profundas alterações e nas últimas décadas novamente o esporte foi invadido pela violência. Mas como diz Dunning, 2004 “se é certo que a violência no esporte (dos jogadores e expectadores) constitui um problemas mundial e representa uma ameaça, é também fundamental difundir o ethos do fair play”. Blackshaw, 2004 assinala que há ainda a necessidade sempre crescente de um campeão do esporte agir corretamente e estar mais atento em sustentar os princípios do fair play e menos interessado em incrementar sua própria conta bancária. Contudo, Durantz, 2004 ao discutir problemas ocorridos em Jogos Olímpicos, como os de Seul, Coréia enfatiza que parâmetros éticos do esporte profissional estão sendo afetados afastando os princípios filosóficos do fair 3 play. O código respeitoso do culto, educação e valores do fair play se opõe firmemente a qualquer concessão sociológica do fato esportivo e da militância fundamentalista sectária que preconiza a vitória a qualquer custo. Estudar, discutir e entender o fair play é pois fundamental para a existência da prática esportiva com ética, sem violência, sem doping. Mesmo porque o fair play é muito mais difundido e aceito entre os jovens praticantes do que entre atletas profissionais; é que o pensamento moral opõem-se ao pensamento pragmático (Naul, 2004). Felizmente porém ainda existem exemplos da prática do fair play. Recentemente, setembro 2005 na Copa de Futebol da Holanda o atleta belgoa Jan Vertonghen marcou um gol involuntariamente em partida do seu time o Ajax II quando pretendia afastar a bola para que o jogo fosse interrompido e um atleta lesionado fosse atendido. Ao dar a saída todo o time do Ajax II permaneceu estático permitindo que o time adversário o Cambuur marcasse um gol. Exemplo raro, entre profissionais, mas que indica valer a pena difundir a prática do fair play. (Jornal Folha, 2005) O FAIR PLAY: DEFINIÇÃO E CONCEITO O termo fair play de origem inglesa aparece em textos de 1595 referendando inicialmente o comportamento dos juízes da corte passando à subseqüência ter o significado de jogo leal. Absorvido pelo idioma português aparece na primeira edição do Dicionário Houaiss, 2001. Gramaticalmente trata-se de um sintágma inglês, isto é uma unidade da análise sintática composta de um núcleo, no caso o adjetivo fair (justo, franco, limpo) e o substantivo masculino play (jogo) que unidos formam uma locução substantiva. 4 Fair play encerra a conotação de tratamento imparcial; eqüidade; conformidade com as regras estabelecidas em um esporte, ramo de negócio etc; jogo limpo; aceitação serena, elegante de uma situação difícil ou adversa; tratamento eqüitativo ou imparcial. Raymond Bron, 1983 citado por Maffia et al 2005, da Academia Olímpica da Suíça assim definiu o fair play: “O fair play é o respeito das normas escritas e não escritas, em palavras e no espírito, e a recusa de vencer a todas as custas”. Uma idéia nasce ou uma organização “idealística” se constitui quando a sociedade sente uma necessidade (Frits, 2003). Assim aconteceu com o Panathlon e o Fair Play. O FAIR PLAY E O PANATHLON INTERNATIONAL O Panathlon tem origem em um efervescente período de reconstrução e reorganização da pátria italiana após o término da segunda grande guerra mundial, no qual a sociedade civil exigia novos paradigmas e concepções de vida, induzindo ao associacionismo (Magi, 1991). Não por acaso foi nesse cenário que um grupo de idealistas reunidos em Veneza a 6 de junho de 1951, e após a tempestade que assolou a cidade, a 12 de junho do mesmo ano fundavam o Panathlon, uma associação baseada nos princípios olímpicos coubertianos de amizade e solidariedade (Grozio, 1991). O esporte tido como instrumento determinante da formação moral, cívica, espiritual e cultural do ser humano, fator indutor da fraternidade entre pessoas e povos, mesmo considerando as mudanças do século XX, trazidas pela tecnologia e as alterações nos âmbitos econômicos e sociais. Expandindo-se da Itália, para a Europa em 1960, o movimento panathlético passa as Américas e adentra ao Brasil com a fundação em 1974 do Panathlon Club São Paulo. 5 O pioneiro do movimento panathlético brasileiro, Prof. Henrique Nicolini, afirmaria em 1977: “Embora exista um oceano entre o nosso País e a nossa sede internacional, tem-se a esperança de edificar no Brasil o baluarte de uma idéia, duma bandeira a favor da concórdia e da visão entre os homens. Mais que por meio dos satélites, estamos unidos à nossa sede central através da essência duma filosofia e dos laços do coração”. Como se denota dessa história os pressupostos olímpicos e o próprio conceito do fair play estão implícitos e são inerentes ao movimento panathlético. Formalmente foram assumidos quando da elaboração do estatuto do Panathlon International, este que seria modificado e aprovado na 40a Assembléia Extraordinária de 1 o de junho de 2002, onde no artigo 3, parágrafo 2, alínea b está explícito: “trabalho, com ações sistemáticas e contínuas, em vários níveis de competência de seus organismos para difundir o conceito de desporto baseado na ética da responsabilidade, solidariedade e Fair Play, como elemento de cultura dos homens e dos povos”. Tais resoluções são também reafirmadas na Carta do Panathleta, item 6 recomendando: “Trabalhar permanentemente e em todos os lugares para a afirmação da ética desportiva baseada no fair play”. Contudo, ressalta-se que a ação panathlética em prol do fair play é evidenciada efetivamente desde os idos de 1976 quando do “Manifesto sobre Fair Play” elaborado pelo Comitê Internacional para o Fair Play (C.I.F.P.) transcrito no Boletim no 2/76 da Federation Internationale D’Education Physique (FIEP), acompanhado da recomendação do presidente da C.I.F.P., J. Borotra para a divulgação, promoção e defesa dos princípios emanados no documento. O Panathlon International em 8 de novembro de 1977 solicitou ao diretor geral da UNESCO e ao presidente da C.I.F.P. uma cópia do histórico manifesto e procedeu a intensa divulgação em reuniões dos clubes e na própria revista do Panathlon International. Essas ações bem como a decisão 6 da Reunião do Comitê Central do Panathlon, de 4 de fevereiro de 1978 propondo a adesão às proposituras do manifesto acompanhadas de um pedido para a reprodução do mesmo foram encaminhadas a C.I.F.P. que manifestou-se positivamente um março, referendando oficialmente a parceria na reunião de 18 de abril de 1978. Um sucinto relato sobre as atividades do Panathlon International no sentido de consolidar a ação panathlética e o fair play (Ertl, 2005) permite verificar a: - Constituição de Comissão para o Fair Play em cada um dos distritos do Panathlon International; - Nomeação de um responsável distrital com a tarefa de colher informações dos clubes do distrito, relacionadas as iniciativas em prol do fair play; - Instituição de Comissão Internacional objetivando promover ações relativas ao fair play; - Promoção para instituir Comitês para o Fair Play em cada país, à semelhança do que ocorreu na Itália em junho de 1994 na reunião dos governadores dos clubes italianos em Rapallo; - Publicação em 1995 com aquiescência do C.I.F.P. e colaboração da UNESCO, em 6 idiomas da relação dos Troféus e Diplomas do Fair Play outorgados entre 1964 e 1994, bem como, de listagem atualizada de 1995 a 1998; - Relação das atividades diversas nos vários clubes do mundo segundo informes dos governadores enviados à sede central em Rapallo.; - Difusão da Carta do Fair Play elaborada pelo Clube de Lausanne aprovada pela Sports Swiss Association; - Resolução do 13o Congresso do Panathlon International em Veneza, 11 a 14/10/2001 no sentido de promover ações concretas posicionando-se contra todos os desvios que possam influenciar negativamente a retidão esportiva e agir em prol do fair play e dos esportes “menores” promovendo a prática 7 esportiva dos portadores de necessidades especiais, a correta informação da opinião desportiva sobre portadores de necessidades e conseqüências sociais do esporte para todos. (Spallino, 2001). O FAIR PLAY NO XII DISTRITO: Em Especial no Panathlon Club São Paulo Os 28 clubes do XII Distrito de acordo com as recomendações do Panathlon International promovem variadas ações em prol do fair play. Nesse sentido são organizados eventos abordando o tema fair play discutindo o doping, a violência, os direitos do jovem nos esportes, incluindo o direito de não ser campeão, conforme a Carta dos Direitos do Jovem no Esporte elaborada por um sócio do Panathlon Club de Versilia – Viareggio – Lucca, Itália em 2000 (Lucchesi, 200). Outra ação anual é a entrega de troféus e diplomas a atletas, técnicos e associações desportivas que se destacam não pelo fato de ocupar uma primeira posição no pódio ou serem campeões, mas sim pela prática do fair play evidenciada na disciplina e aceitação das regras estabelecidas. Os professores Hélio José Maffia, Governador do XII Distrito panathleta do Clube de Jundiaí, SP, José A. Galego e Alaércio Borelli, baseados nas proposições do panathleta de Viena, conforme Heinz Ertl publicado na Revista do Panathlon International, elaboraram em 2005, um documento norteando a prática do fair play durante os 49o Jogos Regionais do Estado de São Paulo. O Panathlon Club de São Paulo pioneiro na história do movimento panathlético brasileiro desde sempre esteve empenhado na intransigente prática do esporte com ética e fair play (Rocha, 2005). A época de sua fundação agosto de 1974, foi praticamente aquela em que o Panathlon International, como visto firmou institucionalmente sua 8 participação engajando-se no movimento internacional para a difusão do fair play. Assim, já em 1978 o Panathlon Club de São Paulo acompanhando o Panathlon International reproduziu o “Manifesto sobre o Fair Play” uma publicação de 17 páginas franqueada a todos os Clubes do XII Distrito (Bauru, Juiz de Fora, Campinas, Porto Alegre, Presidente Prudente e Mococa) ação continuada à medida que novos clubes foram sendo fundados. No capítulo introdutório daquele documento enfatizou-se que sem fair play o esporte não é esporte acentuando que ele se manifesta: - pela aceitação, sem discussão das decisões do árbitro, exceto nos esportes nos quais o regulamento autoriza um recurso; - pela vontade de jogar e ganhar, objetivo primeiro e essencial, e pela firme rejeição em conseguir a vitória a qualquer preço. O fair play é uma “forma de ser” baseada no respeito a si mesmo implicando em: - honestidade, lealdade e atitude firme e digna ante um comportamento desleal; - respeito ao companheiro; - respeito ao adversário, vitorioso ou vencido, com a consciência de que é o companheiro indispensável, ao qual lhe une camaradagem esportiva; - respeito ao árbitro e respeito positivo, expresso por um constante esforço de com ele colaborar. Passa-se então a referência sobre as ameaças que pesam sobre o esporte e sobre o fair play; às responsabilidades dos participantes; dos pais; dos educadores; das organizações esportivas; dos diretores técnicos e treinadores; dos médicos; dos árbitros; das autoridades públicas; dos jornalistas e dos espectadores. Quanto às ações positivas recomenda como indispensável a formação de comitês nacionais de fair play; realizações internacionais para difusão do 9 fair play; discussões e debates; uso dos meios de comunicação; estabelecimento de um código do fair play e conclui incitando a todos a aceitarem a responsabilidade do exercício prática e difusão do fair play em todo os segmentos desportivos. No apêndice há uma breve digressão sobre os movimentos que vieram desde a criação das Olimpíadas modernas pelo Barão de Coubertin, culminar com a adoção do fair play. O Panathlon Club São Paulo em 1998 elaborou um folder sobre o XII Distrito no qual resumidamente expõe os objetivos do Panathlon International destacando a finalidade do movimento panathlético que é a afirmação do ideal desportivo e de valores morais e culturais como meios de formação e elevação da pessoa e da solidariedade entre os homens. Esse mesmo documento reproduz com autorização do Sevice de Loisirs de la Jeunesse (D.I.P.) Genéve a Carta dos Direitos da Criança no Esporte e a Carta do Fair Play esta que assim estabelece: “Qualquer que seja o meu papel no esporte, mesmo de espectador, empenho-me em:

- Fazer de cada meeting esportivo, pouco importando o prêmio em jogo e a importância do acontecimento, um momento especial, uma espécie de festa; - Adequar-me às regras e ao espírito esportivo do esporte praticado;

- Aceitar as decisões dos árbitros e dos juízes esportivos, sabendo que como eu, possuem o direito de errarem, mas que fazem tudo para evitá-lo;

- Evitar as ruindades e as agressões nos meus atos, nas minhas palavras ou no que escrevo;

- Não usar artifícios nem enganos para obter o sucesso;

- Permanecer digno tanto na vitória como na derrota;

- Ajudar a todos, com a minha presença, minha experiência e minha compreensão;

- Socorrer todo esportista ferido ou cuja vida estiver em perigo;

- Ser realmente um embaixador do esporte, ajudando a fazer respeitar em torno a mim os princípios aqui firmados. 10 Com este empenho, passo considerar-me um verdadeiro desportista”. A sucinta cronologia a seguir mostra o que o Panathlon Club São Paulo, desde a sua fundação em agosto de 1974 vem realizando para a constante divulgação, prática e reconhecimento da importância do fair play: 1978 – Manifesto sobre o Fair Play – Reprodução do documento elaborado pelo Comitê Internacional (CIFP) da UNESCO distribuindo às Universidades, Entidades Desportivas, Industriais, Comerciais, et. 1978 – Palestra: A Violência no Esporte, em reunião mensal, com comentários e ênfase na necessidade da prática do fair play. 1981 – Palestra: O Esporte e a Família, em reunião mensal discutindo dentre outros assuntos a importância do fair play. 1986 – Palestra: O Esporte, uma força Inerte?, em reunião mensal enfatizando os valores a serem preservados, como os do fair play. 1987 – Palestra: O Esporte nas Escolas. Formação, em reunião mensal tendo como um dos enfoques básicos o fair play. 1994 – Fórum de Debates: A Violência nos Esportes discutindo os fatores intervenientes destacando a importância do incentivo ao fair play. 1995 – Instituição do Prêmio Panathlon – Troféu Fair Play de Futebol oficializado pela Federação Paulista de Futebol entregue anualmente à equipe de futebol profissional mais disciplinada do Campeonato Paulista. 1999 – Instituição da Comissão do Fair Play e Premiações 11 1999 – Instituição do Prêmio Panathlon – Troféu Fair Play de Handebol, oficializado pela Federação Paulista de Handebol entregue anualmente à equipe profissional mais disciplinada do Campeonato Paulista. 1999 – Instituição do Prêmio Panathlon – Troféu Fair Play de Futsal, apoiado pela Federação Paulista de Futsal entregue a equipe de Futebol de Salão mais disciplinada do Campeonato Paulista. 1999 – Instituição de Prêmio Panathlon ao treinador da equipe mais disciplinada de Futebol no Campeonato Paulista – outorga de Diploma do Fair Play ao Técnico. 2000 – Oferta de Troféu Fair Play à equipe mais disciplinada do Torneio Mundial de Futebol Juvenil realizado há 54 anos em Vianeggio, Itália 2002 – Fórum de Estudos: Esporte: Doping, Violência e Corrupção dando ênfase à necessidade da prática do fair play. 2002 – Indicação ao Prêmio da Federação Internacional do Fair Play em Paris do casal de alpinistas brasileiros Helena Guiro Pacheco Pinto Coelho e Rogério Pinto Coelho que abdicaram de atingir o cume do monte Everest para salvar um alpinista português. A documentação enviada ao Panathlon International permitiu que pela primeira vez esportistas brasileiros recebessem a láurea internacional em Frankfurt, Alemanha no mês de março de 2002. 2204 – Indicação ao Prêmio da Federação International do Fair Play em Paris do maratonista Vanderley Cordeiro de Lima que sofrendo agressão 12 durante a prova na Olimpíada de Atenas, Grécia continuou correndo conseguindo alcançar o pódio. A documentação foi encaminhada ao Panathlon International que não deu prosseguimento, março 2004.

 

                                                                               REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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